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Conheça a Primitivo, a uva que é considerada a ponte entre o Novo e o Velho Mundo do Vinho

Conhecida como Zinfandel na Califórnia, a Primitivo é uma uva típica da região de Puglia, no sul da Itália, que tem ganhado fama por ser a casta ideal para os consumidores que estão dando os seus primeiros passos no Velho Mundo do Vinho.

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A Pinot Noir pelo mundo

A Pinot Noir é uma casta tinta que tem suas origens nos solos na Borgonha, na França, a partir da qual são produzidos os vinhos tintos mais famosos da região. Ela é também um importante componente do corte do tradicional Champagne, única bebida em que é cortada com outras variedades, além de formar outros espumantes do Novo Mundo.

A uva é conhecida como uma das mais sensuais castas tintas, pois confere um sabor e uma elegância muito característicos aos seus vinhos, tornando-os bastante complexos, com aromas intensos e que evoluem muito bem com o passar dos anos.

No entanto, a Pinot Noir é conhecida por ser uma uva de difícil cultivo e manuseio, com forte personalidade e que não se adapta facilmente a diferenças climáticas e de solo. Ela exige mais dedicação e trabalho que qualquer outra casta tinta, tanto no cultivo da vinha quanto no processo de vinificação.

Pela sua fama e reputação, os vinhos de Pinot Noir apareceram como personagens importantes em duas produções cinematográficas: o famoso Sideways – Entre Umas e Outras, que se passa na região vinícola da Califórnia, e o clássico A festa de Babette, de 1987.

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Região da Borgonha, famosa pelos seus notórios vinhos de Pinot Noir.

Características da Pinot Noir

A Pinot Noir é uma uva que amadurece cedo e tem como principais características a sua elegância, intensidade aromática e corpo médio a leve, além de uma alta acidez.

Os cachos da Pinot Noir costumam ser compactos, com uvas pequenas de cor violeta profunda, mas com suco bastante doce. A casca das uvas é fina, o que traz como característica poucos taninos e menos pigmentos nos vinhos feitos a partir dela.

Na produção de vinhos, raramente a uva é cortada com outras cepas, a não ser para formar o Champagne, onde é a espinha dorsal dos cortes originais, acompanhada pelas Pinot Meunier e Chardonnay. Além disso, ela é utilizada para a produção do Blanc de Noir, um Champagne branco feito 100% de Pinot Noir.

Quando jovem, um vinho de Pinot Noir é bastante aromático e possui notas de frutas silvestres, como framboesas, morangos, cerejas e ameixas, além de notas florais, principalmente de violetas e rosas, e especiarias, como açafrão, alcaçuz e canela. A bebida apresenta uma coloração que varia do vermelho rubi ao roxo, mas a cor não costuma ser profunda.

Como a uva está bem adaptada ao clima moderado a fresco da região, fora da Borgonha a cepa pode sofrer com temperaturas mais quentes, produzindo vinhos com sabores de fruta muito madura e perdendo o seu caráter mais complexo. Além disso, a Pinot Noir é uma variedade que sofre muito com as enfermidades da umidade. Por isso ela precisa de climas mais frios e secos.

A história da uva Pinot Noir

Os clones da família Pinot Noir são descendentes da uva selvagem, a Vitis vinífera silvestres. Essa origem pode explicar a sua antiguidade: a cepa possui mais de dois mil anos de existência e os primeiros registros do seu cultivo datam de cerca de 150 a.C., da época dos Gauleses, provavelmente quando esta variedade da uva selvagem foi domesticada para a produção de vinhos. A casta é cultivada desde 1.375 na região da Borgonha, onde está bastante adaptada ao clima e ao solo.

Segundo um estudo recente publicado pela Universidade de Davis, na Califórnia, ao menos 16 cepas de variedades vinícolas modernas são originárias da Pinot Noir. Seus rastros de DNA foram encontrados em importantes castas, tais como Chardonnay, Gamay, Melon de Bourgogne (Muscadet) e Auxerrois (Malbec).

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A Pinot Noir pede climas mais frios e secos para chegar ao seu auge.

Trajetória da Pinot Noir

A Pinot Noir é uma casta que passou a ser cultivada em outras partes do mundo após a década de 90. Hoje, a variedade é cultivada em uma série de países, se destacando principalmente no Velho Mundo, na Espanha, Itália, Áustria, Alemanha e Reino Unido, e no Novo Mundo, nos EUA, na Nova Zelândia, África do Sul, Chile e Argentina.

É bem interessante o fato de que a Pinot Noir é uma casta com muita personalidade, mas que produz vinhos muito distintos dependendo do terroir em que ela é cultivada, já que cada região valoriza uma faceta diferente da uva.

A seguir, vamos falar um pouco sobre as principais regiões produtoras de Pinot Noir no mundo.

Nova Zelândia

A Nova Zelândia é um dos países que mais se desatacam como produtores de Pinot Noir do mundo. As principais regiões produtores da variedade são: Martinborough, Malborough e Central Otago. A Pinot Noir representa cerca de 8% da produção nacional, o que significa, no ano de 2015, 36 mil toneladas colhidas. Malborough, ao norte da ilha sul, se destaca com Pinot Noir de altíssima qualidade.

Chile

No Chile, a Pinot Noir tem se adaptado bem aos climas mais frescos e com influência marítima de Casablanca, região chilena que fica entre Valparaiso e Santiago e que se destaca entre as demais pelo sucesso dos produtores com a uva.

Outras regiões produtoras entre cordilheiras têm cultivado a casta com ótimos resultados, como o Vale de Santo Antônio, ao sul de Valparaiso, e o Vale de Limarí, a cerca de 400 quilômetros ao norte de Santiago.

Estados Unidos

Nos Estados Unidos as regiões que mais se destacam na produção de Pinot Noir são Carnenos e Sonoma, na Califórnia, e Willamete Valley, no Estado de Oregon. Para os especialistas, os vinhos estadunidenses são os que chegam mais perto da qualidade dos produzidos da região da Borgonha.

Argentina

Na Argentina são duas as regiões produtoras de vinhos a partir da Pinot Noir: a região de Mendoza, conhecida pela Malbec, embora seja mais quente do que o clima preferido da variedade; e na região do Rio Negro, na Patagônia, mais fria e seca.

Quer experimentar a Pinot Noir em sua versão argentina? Confira o rótulo que foi considerado pelo Guia Descorchados como uma das safras mais especiais da uva: Vinho Tinto Terroir Único Pinot Noir.

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França

Além da Borgonha, a França conta com outras excelentes regiões produtoras de Pinot Noir. A Sancerre, uma sub-região do Loire, por exemplo, produz versões mais rústicas e com muito caráter. A Alsácia, Languedoc-Roussillon e a Provença também são boas regiões produtoras de vinhos a partir da cepa.

Um curiosidade sobre a Pinto Noir: como uma uva com poucos taninos o vinho apresente pouca quantidade de sedimentos. Por isso a garrafa normalmente utilizada para acondicionar os vinhos de Pinot Noir é a Borgonha, em vez da Bordeaux. Conheça mais sobre os diferentes tipos de garrafas aqui.

Que tal provar um Pinot Noir típico da Borgonha?

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Harmonização com Pinot Noir

Os vinhos de Pinot Noir possuem corpo médio, taninos leves e uma boa acidez, o que os torna muito gastronômicos. Isso significa que os vinhos dessa cepa combinam com uma grande variedade de pratos.

Um bom exemplo são as carnes. A Pinot Noir combina uma variedade incrível delas: carnes vermelhas magras, como a vitela, presuntos cozidos, aves como frango e pato, além de peixes grelhados, como salmão, atum e tipos de água doce. No entanto, os vinhos dessa cepa também harmonizam com carnes de caça, como coelho e javali.

Para os queijos, os preferidos dessa variedade são os semiduros (como o Gouda), queijos brancos cremosos (como o Camembert e Brie) e os foundues.

Alguns dos clássicos pratos franceses harmonizam perfeitamente com um bom Pinot Noir, como o Escargot à La Bourguignonne, Coq Au Vin e Boeuf Bourguignon (veja a receita aqui).

A lista de boas escolhas de pratos leves incluem as sopas, como a canja de galinha, os vegetais cozidos e os risotos.

E entre os pratos tipicamente brasileiros, a carne seca com queijo coalho e o escondidinho de carne seca com pinhão são excelentes opções.

E as sobremesas? Chocolates com até 70% de cacau em sua composição harmonizam muito bem com a cepa.

Podemos perceber que a Pinot Noir é uma uva bastante versátil, que pode ser usada como curinga para as mais diversas combinações gastronômicas.

Como servir o Pinot Noir

A graduação alcoólica dos vinhos fica na casa dos 12 e 13%, e o indicado é que sejam servidos entre 14 e 15°C, como os vinhos de corpo leve. A não ser que o vinho de Pinot Noir tenha mais que oito anos de idade, caso em que a temperatura pode ser de 15°C.

Quer aprender a harmonizar a Pinot Noir com seus pratos prediletos? Confira as dicas que demos no nosso post especial sobre o assunto.

Tempranillo: a principal uva da Espanha

Caiu no gosto dos brasileiros e faz sucesso por onde passa. É ela, a Tempranillo. Espanhola inegável, geralmente chega marcada em taninos, pouco álcool e frutas, além de apresentar, em boca, excelente maciez e elegância.

A Tempranillo é a cepa mais cultivada da Espanha e, em Rioja, região emblemática para a uva, ela domina cerca de 85% da área de cultivo. Impossível não mencionar Ribera del Duero, beneficiada pela proteção contra o vento, além de boa altitude, onde a casta rende alguns dos melhores exemplares e, assim como em Rioja, compõe grande parte dos cortes produzidos.

Mas nem só de Espanha vive a Tempranillo. Pode ser encontrada em Portugal, onde é conhecida como Aragonês na região do Alentejo (e pode render vinhos encorpados e suculentos devido ao amadurecimento no clima quente da região) e Tinta Roriz, no Douro, onde é muito utilizada na produção de vinho do Porto. Argentina, Austrália e até Estados Unidos também são países onde a Tempranillo é cultivada, além, é claro, de muitas sub-regiões dentro da Espanha.

De muitos nomes e fácil adaptação, não se espante ao degustar exemplares da casta com evidentes diferenças entre uma região e outra: ela rende vinhos únicos e de características particulares em cada região por onde passa, absorvendo muito do terroir. Você poderá encontrar desde rótulos mais simples, com pouca ou nenhuma passagem por madeira, feitos para serem bebido jovens, até vinhos de intensa complexidade e longa guarda.

Como se apresentam fáceis, macios e equilibrados na maioria das vezes, não requerem sempre uma harmonização, podem, tranquilamente, serem bebidos sozinhos, mas se quiser algo no prato, nada como carnes de caça (cordeiro ou javali especialmente), embutidos ou carnes defumadas.

E você, já provou o seu Tempranillo hoje?

Para conhecer mais profundamente os aromas e sabores da Tempranillo, a Grand Cru indica esse rótulo biodinâmico da região espanhola da Aragón, o Vinho Tinto Menguante Tempranillo.

Vinho Tinto Menguante Tempranillo 2014 750 mL

Vinho Tinto Menguante Tempranillo 2014 750 mL


Por Carol Oliveira

Saiba o que é o conceito de terroir com Diego Pulenta

O conceito de terroir parece mais complexo do que, de fato, é. Diego Pulenta, representando da quarta geração da família Pulenta, ajuda a entender, e ainda explica como a vinicola Pulenta Estate enxerga o assunto.

1) O que é terroir?

Os principais componentes do terroir são solos e topografia local, que em interação com o macro-clima determinam o meso-clima e, em última instância, o micro-clima de cada planta. A combinação dos fatores indicados dá como resultado uma característica própria e única que define o terroir, a que se refere com relativa constância nos vinhos de cada ano, dependendo também, mesmo que em menor grau, da arquitetura da cepa e do método utilizado para elaborar o vinho. O resultado de cada terroir é único e irreproduzível.

Os parâmetros fundamentais que devem ser considerados são: Clima: com medições de temperatura, regime pluvial, amplitude térmica, períodos livres de geada, etc. Radiação solar: intensidade e qualidade. Topografia: altitude, inclinação e exposição. Edafologia: determinação da textura (argilosa, arenosa, limosa, etc), estrutura, determinações químicas e físicas do solo (retenção de água, infiltração, matéria orgânica, etc), profundidade do solo, origens, lençóis freáticos. Hidrologia: regime de irrigação. Em termos gerais, os fatores são naturais e não cabem a eles a intervenção significativa do homem, exceto às que se referem ao microclima, podendo, por exemplo, favorecer uma maior exposição das folhas e ramos por meio de sistemas de condução de copa divididas ou regulando o regime hídrico através da irrigação, etc. Em entrevista concedida à equipe Grand Cru, Diego Pulenta, fala da importância desse fator chave para sua vinícola.

2) Para você, qual é a importância dessas características no vinho?

É muito importante a relação entre a planta e o micro-clima, algo que se vê diretamente refletido no vinho. As características de um vinho definem todos os aspectos já mencionados. Por isso, a importância dessa relação.

3) Por que mesclar frutas de diferentes regiões, como no Pulenta Estate Malbec 2011? Qual é o resultado esperado à taça?

Quando nasceu a bodega Pulenta, quisemos mostrar a nossos consumidores o melhor do Malbec argentino. E acreditamos que isso se dá mesclando as características de Malbec de distintas zonas. No caso do Pulenta Estate Malbec, utilizamos uvas de Agrelo, que nos aportam características únicas de frutas vermelhas como cerejas e notas florais, tais como violetas. Além disso, nossa intenção era dar um tanino muito elegante e redondo. Combinado com uvas de Los Arboles, no Vale do Uco, que por ser uma zona mais elevada, mais fria e mais pedregosa, nos dá maior concentração de cor, mais estrutura, com taninos mais presentes e maior acidez. Além das notas minerais, assim como de frutas negras. Além disso, a Pulenta está apresentando uma nova série de vinhos Pulenta Single Vineyard, onde se elaboram Malbec com as uvas de um só vinhedo. Aí podemos notar essa diferença.

4) Você acredita que o homem deve fazer parte do conceito de terroir?

Acredito que, como disse, a influência do homem no micro-clima é muito importante para o desenho do vinho que queremos alcançar. As características que nos aportam os solos e a topografia influenciam em um percentual muito alto no vinho final, e há certas variáveis que o enólogo pode manejar para o desenho do vinho final. Por exemplo, na Argentina, a acidez natural é difícil de alcançar, salvo quando fazemos a colheita muito cedo. Isso é uma característica do nosso terroir. Como na França é permitida a chaptalização, quando não se chega a níveis de açúcar de maturidade. Mas o enólogo, no caso da Argentina, pode decidir fazer uma colheita antecipada com álcool baixo para obter essa acidez natural. Isso é o que fazemos para o nosso Sauvignon Blanc, colhido em três etapas. Ou conduzindo a irrigação para influir no crescimento dos ramos.

Agora que você conhece o terroir no qual Diego Pulenta trabalha, que tal experimentar um vinho que expressa o potencial da Bodega Pulenta Estate? O vinho tinto Pulenta Estate IX Pinot Noir é suculento e elegante, perfeito para harmonizar com linguiças e carnes defumadas.

Vinho tinto Pulenta Estate IX Pinot Noir 2012 750 mL

Vinho tinto Pulenta Estate IX Pinot Noir 2012 750 mL

As principais uvas tintas do mundo e suas características

Acha que consegue reconhecer um Cabernet Sauvignon às cegas? E um Merlot? Aprenda as características das principais variedades tintas de uvas do mundo!

Parte das características de um vinho se deve a uva que lhe deu origem (são os ditos aromas primários!). É claro que a bebida pode variar de acordo com a região e com outros fatores, mas a melhor maneira de se orientar na hora de escolher um bom vinho é saber quais são as uvas das quais ele foi feito!

Conheça as principais uvas tintas do mundo e suas características

Cabernet Sauvignon

Com muita intensidade – desde a cor até os aromas e a estrutura do vinho em boca -, a Cabernet Sauvignon traz essa marca registrada em diverso portfólio da uva. Frutas, com destaque às groselhas -, toques vegetais ou herbáceos, de tabaco, café e baunilha são esperados deste vinho encorpado, tânico e superpotente.

Nossa indicação de vinho para você conhecer a Cabernet Sauvignon é o vinho tinto Cobos Felino Cabernet Sauvignon 2014, da premiada Vinã Cobos. Você pode conferir mais informações d cias de harmonização desse rótulo aqui.

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Vinho Tinto Cobos Felino Cabernet Sauvignon 2014 750 mL

Merlot

A característica mais marcante da Merlot – e pela qual a uva é mais conhecida – não é um aroma ou um sabor, mas a maciez com que seus vinhos passeiam pela língua. Frutas negras, violetas e toques terrosos seduzem o nariz, mas finalizam com uma boca tão macia que caracteriza a uva por produzir vinhos fáceis de beber.

Para conhecer melhor a Merlot, o Vinho Tinto Mancura Etnia Merlot pode ser o rótulo que você estava esperando!

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Vinho Tinto Mancura Etnia Merlot 2015 750 mL

Carménère

Com acidez e corpo médios, os vinhos de Carménère (os chilenos que o digam) são marcados pelo caráter herbáceo e vegetal de seus vinhos. Há até alguns exemplares mais frutados, outros com mais caráter da madeira, mas a maioria traz tantas notas de pimentão verde que virou marca registrada da uva.

Apesar de ser produzido em uma vale frio, o Leyda Reserva a Carmenénère preservou os aromas de frutas maduras e trouxe mais elegância ao vinho, além de um frescor incomparável aos outros Carménères produzidos no Chile.

Conheça mais sobre a história da Carménère em nossa matéria especial sobre a uva.

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Vinho Tinto Leyda Carménère Reserva 2015 750 mL

Malbec

Quase tão intensa quanto a Cabernet, a tipicidade da Malbec também prevê muito corpo e muitos taninos, além de aromas e sabores exuberantes. Ameixas e o frescor de menta estão, na maioria das vezes, associados aos sabores do carvalho, muito utilizado no processo de envelhecimento de seus vinhos.

Para experimentar toda a tipicidade da Malbec, a pedida é o Vinho Tinto Cobos Felino, da argentina Vinã Cobos.

A Malbec também tem um dia especialmente dedicado à ela: O Malbec Day, comemorado dia 17 de abril. Conheça mais sobre a história da uva aqui!

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Vinho Tinto Cobos Felino Malbec 2015 750 mL

Pinot Noir

Frutas silvestres representam o início dos aromas de um Pinot Noir, mas a mais sensual das uvas expressa também notas terrosas e herbáceas. A variedade francesa é conhecida por ser a mais leve das castas tintas (algo que se nota pela cor, por vezes, translúcida), consequência de sua casca fina, que passa menos cor, corpo e taninos para o vinho. Em compensação, é bastante aromática.

Aproveite para experimentar esse vinho que foi considerado pelo Guia Descorchados uma de Pinot Noir: Vinho Tinto Terroir Único Pinot Noir.

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Vinho Tinto Zorzal Terroir Único Pinot Noir 2013 750 mL

Syrah

Conhecida como Shiraz no Novo Mundo, onde se deu tão bem quanto no Velho, a Syrah é outra variedade intensa que exibe aromas de frutas negras, mas com um diferencial: as especiarias. Desde pimenta-do-reino até cravo, canela e alcaçuz.

O espanhol Vinho Tinto Alceño Premium 50 Barricas Syrah 2012 vem da região da Jumilla e é feito com 100% uva Syrah e harmoniza muito bem com carnes assadas na brasa, queijos e embutidos variados, arroz de pato, paella valenciana, perdiz e massas com molho substanciosos.

 

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Grenache

Apesar de a Grenache ser mais conhecida pelos cortes com Syrah e Mourvèdre, típico do Rhône, é uma das uvas que estão se tornando mais populares ultimamente – mas com o nome Garnacha, como é na Espanha, ou Samsó, na Catalunha. Os vinhos de Grenache costumam ser encorados, trazendo notas de frutas vermelhas, especiarias, toffe e café.

A Garnacha é uma uva que aparece mais comumente em cortes. Por isso, para conhecer toda a tipicidade, sabores e aromas que essa uva tem a oferecer, é importante provar um vinho feito 100% com a Garnacha, como o Vinho Tinto Menguante Garnacha 2015.

Você sabia que a Grenache possui um dia só dela? Conheça a história da uva aqui.

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Tempranillo

Na lista das uvas tintas mais com taninos, a Tempranillo é a principal uva da Espanha e marca seus vinhos com sabores de frutas vermelhas, sobretudo morangos. Ela dá paladar levemente adocicado a seus vinhos – impressão gerada pelo amadurecimento das notas frutadas e da transformação dessas frutas em geleia.

Nossa indicação para conhecer a Tempranillo é o Vinho Tinto Algairén Trempanillo, pelo qual você pode conhecer a uva mais famosa da Espanha.

Quer saber mais sobre a casta espanhola? Fizemos um artigo especial sobre ela que você confere aqui!

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Sangiovese

A mais italiana das uvas traz aromas e sabores que vão das ameixas até tomates, passando por chá e por notas terrosas. Seus vinhos vão de médio corpo a encorpados, mas trazem sempre muitos taninos – característica que lhes garante longa guarda. A acidez, marcante em todo o solo italiano, também é uma das características da Sangiovese.

Prove uma Sangiovese vinda diretamente da região de Toscana, na Itália, com o Vinho Tinto San Pancrazio Villa Masti Chianti DOCG 2014.

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