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Patagônia: uma região que produz vinhos de alta qualidade no extremo sul do continente

Conhecida pelos vinhos intensos, carnudos e também por excelentes rótulos de Pinot Noir, a Patagônia se destaca cada vez mais no mundo do vinho. Conheça a história da região com um dos climas mais extremos do mundo, e as características do terroir que produz vinhos com sabor refinado e surpreendente intensidade aromática.

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A vinícola Zorzal e os irmãos Michelini

Fundada pelos irmãos Michelini, a vinícola Zorzal é uma das vinícolas mais reconhecidas pela imprensa especializada em vitivinicultura. Com apenas três anos de história, um dos rótulos da Zorzal já conquistou o prêmio de Melhor Malbec pelo Argentina Wines Awards 2010, o concurso mais importante para os vinhos argentinos.

A Zorzal é uma vinícola que pertence aos famosos enólogos irmãos Michelini, fundada em 2008 pelos mesmos. Os vinhos da vinícola, que são comercializados pelo canadense Grupo Belen, são renomados por serem finos e elegantes, e expressam o terroir argentino da melhor forma possível. A bodega trabalha com tecnologia de ponta desde a fermentação até o envelhecimento do vinho.

Conheça os Michelini, enólogos da vinícola Zorzal

Matias Michelini, o assessor enológico da Zorzal

Considerado pelo mercado internacional do vinho como um dos melhores enólogos do Novo Mundo, Matias iniciou a carreira limpando tanques de fermentação em uma bodega argentina aos dezessete anos. Depois disso, foi estudar no Colégio Don Bosco, ainda na Argentina, uma das mais importantes escolas de enologia de Mendoza.

A carreira de Matias Michelini é longa e inclui passagens em grandes vinícolas da Argentina, como Doña Paula e Luigi Bosca. Além disso, o enólogo atua como consultor da Finca Sophenia, da Bodegas del Tupún e da Bodega Familia Reina.

Em 2002, o atual assessor enológico conheceu Roberto Luka, principal acionista de um novo projeto em Gualtallary, a vinícola Finca Sophenia. Encantado com o paraíso em que a vinícola se localiza, Matías e a família se mudaram para a região, onde trabalharam por muitos anos antes de montar a vinícola Zorzal.

Juan Pablo Michelini, o diretor enológico da Viña Zorzal

Também graduado como enólogo no Colégio Don Bosco, Juan Pablo iniciou a sua carreira no mundo do vinho ao trabalhar na bodega St. Francis Winery em Sonoma, na Califórnia. Posteriormente, adquiriu experiência com vinhos de altíssima gama na bodega argentina Doña Paula e em Pomerol, na França.

Durante os dois anos que passou em Cafayate, a região vitivinícola mais alta do país há aproximadamente 1683 metros acima do nível do mar, o enólogo estudou as mais diversas técnicas para a produção de vinhos de altitude para, mais tarde, aplicá-las na Zorzal.

Conheça o terroir onde a Zorzal está estabelecida

Gaultallary é uma pequena região localizada a apenas 30 quilômetros de distância da Cordilheira dos Andes, no Vale do Uco, em Mendoza. Os vinhedos da Zorzal ficam aos pés do vulcão Tupungato, a aproximadamente 1.350 metros de altitude em relação ao mar, um dos picos vitivinícolas mais altos da Argentina. Isso significa que o amadurecimento das uvas é mais lento, já que a altitude desacelera a transformação dos ácidos em açúcar. Não à toa, a localização é ideal para castas de ciclo médio ou curto, como a Malbec, a Merlot, a Pinot Noir e a Sauvignon Blanc.

O solo de Gualtallary é predominantemente de calcário, pedregoso e rochoso. A região tem temperaturas baixas e recebe fortes influências da Cordilheira dos Andes. O clima da região é extremamente favorável para o cultivo de uvas de alta qualidade, consequência da característica quase desértica provocada pela proximidade com os Andes. Quanto mais árido o clima, mais as videiras se esforçam para produzir uvas que garantam a reprodução da espécie, resultando em frutas com melhor qualidade.

A forma com que o terroir se expressa nos vinhos da Zorzal é consequência da enologia respeitosa praticada pelos irmãos Michelini, que tenta não invadir e desmatar a flora natural dos vinhedos. Combinando o clima fresco da região com os cuidados dos Michelini, os vinhos de Zorzal se apresentam com grande estrutura e interessante acidez.

Solo de Gualtallary

Solo de Gualtallary

Os irmãos Michelini possuem uma visão muito particular sobre o processo de vinificação e os vinhos naturais são o ponto alto de sua vinícola!

Em termos de legislação, é difícil definir exatamente o que é um vinho natural, tendo em vista que a Associação Francesa de Vinhos Naturais (AVN), a maior organização que discute o assunto do mundo, não delimita exigências específicas. Mesmo assim, podemos definir que vinho natural é aquele cuja produção envolve a menor interferência do ser humano possível. Por exemplo, a utilização de determinados componentes químicos para diminuir a oxidação do vinho dentro da garrafa é sempre necessária, mas nos vinhos naturais as quantidades menores utilizadas são menores do que as usuais. Assim como a utilização de agrotóxicos durante o cultivo da vinha pode ser menor ou nula (os agrotóxicos são proibidos no caso da produção de uvas orgânicas).

Outro aspecto importante para os enólogos da Zorzal é a utilização de ovos de concreto para envelhecimento dos seus vinhos. Este tipo de envelhecimento consiste no armazenamento dos vinhos em estruturas de concreto com formato oval, em vez de em de barris de madeira. A utilização dos ovos de concreto permite constante movimentação do vinho durante a fermentação e/ou envelhecimento, amaciando e suavizando os seus taninos e oxigenando a bebida. Como consequência, temos um vinho com um excelente caráter tanto da fruta quanto do terroir.

Conheça as linhas da vinícola Zorzal

Terroir Unico

Uma linha que tem como objetivo mostrar a expressão do terroir de Zorzal, de forma honesta e com a tipicidade mineral da região. Inclusive, dos vinhos dessa linha não envelhecem em madeira. A uvas utilizadas para a produção dos rótulos da Zorzal Terroir Unico são a Malbec (varietal e rosé), a Cabernet Sauignon, a Sauvignon Blanc, a Chardonnay, Torrontés e a Pinot Noir.

Conheça todos os produtos da linha Terroir Unico aqui.

Vinho Tinto Zorzal Terroir Único Malbec 2014 750 mL

Vinho Tinto Zorzal Terroir Único Malbec 2014 750 mL

Gran Terroir

Com passagem por madeira, os vinhos da linha Gran Terroir possuem mais complexidade aromática e estrutura. Podem ser encontradas garrafas das uvas Pinot Noir, Malbec e Cabernet Sauvignon.

Vinho Tinto Zorzal Gran Terroir Pinot Noir 2014 750 mL

Vinho Tinto Zorzal Gran Terroir Pinot Noir 2014 750 mL

Eggo

Vinificados em ovos de cimento, os vinhos Zorzal Eggo são o resultado dos anos de estudo de Juan Pablo Michelini, como os rótulos Tinto de Tiza, Filoso Pinot e Blanc de Cal.

Vinho Tinto Zorzal Eggo Cabernet Franc Franco 2015 750 mL

Vinho Tinto Zorzal Eggo Cabernet Franc Franco 2015 750 mL

Filed Blend

Com o corte de 70% de Cabernet Sauvignon e 30% de Malbec, o blend dá origem a um vinho único, complexo e distinto.

Dante Robino, uma premiada vinícola de raízes italianas em solo argentino

A Dante Robino é conhecida por ser uma vinícola argentina com espírito italiano. Com quase 200 anos de tradição, foi uma das primeiras a cultivar a uva Malbec no país e, portanto, a história desta casta na Argentina tem episódios importantes que passam pela adega. Conhecida tanto por seus vinhos tranquilos quanto pelos com borbulhas, a Bodega Dante Robino é o principal  produtor de espumantes argentinos.

Como Dante Robino começou

Nascido em uma comunidade de vinicultores do Piemonte, no noroeste da Itália, Dante Robino mudou a história da sua família ao se mudar para a Argentina, em 1920. Chegando em Mendoza, o italiano logo começou a estruturar uma vinícola que levaria seu nome, e onde ele escolheu cultivar as mudas de Malbec e Bonarda que trouxe consigo na bagagem.

Foi a partir de 1982, no entanto, que a tradicional vinícola deu um passo rumo à modernidade com a chegada da família Squassini ao comando do empreendimento. Somando às técnicas tradicionais piemontesas de Dante com equipamentos de tecnologia de ponta, a nova gerência iniciou então a produção de seus vinhos espumantes, que rapidamente teriam sua qualidade reconhecida pelos cinco continentes do mundo.

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Vista para os Andes da vinícola Dante Robino.

Conheça o terroir da vinícola Dante Robino

A vinícola trabalha com vinhas plantadas na década de 1990, ou seja, com aproximadamente 20 anos. A idade da vinha é muito importante, uma vez que determina o quanto as raízes estão profundamente embrenhadas na terra. Uma vinha nova (de até quatro anos) ainda está desenvolvendo as suas raízes, o que significa que sua maior fonte de água ainda é a chuva.

Já uma vinha velha possui raízes bastantes arraigadas e, dessa forma, consegue alcançar água em níveis mais profundos do solo.

A vinícola possui dois vinhedos, um em Lujan de Cuyo e outro em Tupungato. Ambas as áreas tem uma temperatura média bastante favorável para a viticultura. O vinhedo de Tupungato encontra-se a 1.100 metros de altitude, enquanto o de Lujan de Cuyo está a 980 metros. ambos com excelente exposição solar.

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Barris da vinícola Dante Robino

Conheça todas as linhas de vinho da vinícola Dante Robino

Linha Gran Dante

A linha ícone da vinícola conta com dois vinhos tranquilos, varietais das uvas Malbec e Bonarda, e um vinho espumante 50% Pinot Noir e 50% Chardonnay.

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Vinho Tinto Gran Dante Malbec 2013 750 mL

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Vinho Tinto Gran Dante Bonarda 2013 750 mL

Linha Dante Robino Reserva

Uma linha especial com apenas um rótulo da uva Malbec. A colheita das uvas para este vinho é manual, de vinhas cultivadas para baixo rendimento. Isso significa que as vinhas produzem menos uvas, mas as frutas possuem qualidade superior. As vinhas utilizadas nesta linha são mais antigas: foram plantadas na década de 1960.

Linha Dante Robino

Uma das linhas mais completas da vinícola, possui vinhos varietais que expressem o verdadeiro terroir da região. Os vinhos são produzidos das uvas Malbec, Bonarda, Syrah, Cabernet Sauvignon, Chardonnay e Torrontés. Todos com passagem por barril de carvalho americano durante seis meses.

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Vinho Tinto Dante Robino Malbec 2014 750 mL

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Vinho Tinto Dante Robino Bonarda 2013 750 mL

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Vinho Branco Dante Robino Chardonnay 2015 750 mL

Linha Novecento Raices

Malbec, Cabernet Sauvignon e Chardonnay são as uvas utilizadas na produção desta linha. Metade do vinho passa por barris de carvalho americano que, depois, é engarrafada com 50% de vinho não envelhecido. Frutas firmes e taninos maduros são as principais características desses vinhos.

Linha Novecento Varietales

Vinhos fáceis de beber, jovens, leves e delicados, feitos das uvas Malbec, Cabernet Sauvignon, Syrah e Chardonnay.

Linha Novecento Sparkling Wine

Linha de espumantes jovens, com borbulhas delicadas e aromas frutados. Conta com um espumante rosé, um Demi Sec e um Extra Brut.

Linha Capriccio

Linha feita com uvas de vinhas com aproximadamente 20 anos. Tanto o vinho Espumante Dulce Natural, quanto o Dulce Natural Tardío utilizam a uva Torrontés.

Dante Robino, uma vinícola de portas abertas

A vinícola que fica próxima à cidade de Perdriel, em Lujan de Cuyo, investiu recentemente na tecnologia de sua produção vitivinícola, como uma linha de seleção manual para que sejam escolhidas apenas uvas perfeitas, tanques pequenos de aço inox e uma sala de barris novos aquecida, além de construir um espaço especial para receber visitantes e turistas.

A proposta de visitação na vinícola procura ir para além do convencional, e permite, inclusive, que os turistas experimentem uma taça de vinho espumante diretamente do tanque de fermentação.  Na sala de degustação também é possível degustar os rótulos Novecento, Dante e Dano Robino Grande.

O casarão sede da Dante Robino mantém até hoje a arquitetura do início do século XX, e foi restaurada de forma que continue fiel à construção idealizada pelo fundador da vinícola: aconchegante e com vista maravilhosa para a Cordilheira dos Andes.

Conheça as principais uvas cultivadas na Argentina

A Malbec você já conhece. Mas será que já ouviu falar nas uvas Bonarda ou Torrontés? Saiba Tudo Sobre Vinhos argentinos com a Grand Cru!

Uvas argentinas Tintas

A variedade de cores e tipos de uvas da Argentina é notável perto do Chile. Entre as principais uvas tintas cultivadas encontramos, da maior para a menor área plantada, Cabernet Sauvignon, Syrah, Merlot, Trempanillo, Sangiovese e Pinot Noir e Barbera, além da Bonarda, que perde apenas para a Malbec em importância no país.

Bonarda

Quantas vezes já ouviu falar na Bonarda ou se deparou com um rótulo que estampasse esse nome numa prateleira de mercado? Não nos surpreenderia ouvir “nenhuma” como resposta. Porém, ela é a segunda uva tinta mais cultivada de toda a Argentina. Cheia de frutas vermelhas e negras, origina vinhos frescos, vibrantes e de boa relação custo-benefício. Fazem um belo par com carnes assadas ou grelhadas. A acidez é suficiente para molhos vermelhos também.

Uma excelente sugestão para experimentar a uva bonarda é um vinho tinto de uma das mais importantes vinícolas argentinas, o Vinho Tinto Dante Robino Bonarda.

Vinho Tinto Dante Robino Bonarda 2013

Vinho Tinto Dante Robino Bonarda 2013

Syrah

Desde que começou a ser implantada na Argentina, a Syrah foi muito utilizada em cortes, entretanto, foi na última década que passou a ganhar maior atenção dos produtores. Melhor se adaptou a San Juan, mais especificamente no Vale de Tulum, onde recebe forte incidência solar. No entanto, é no frio de Mendoza, no Vale do Uco, que a africana desenvolve mais estrutura. Os Syrahs argentinos são marcados por frutas escuras e especiarias doces (como cravo e canela) que pedem por pratos apimentados e com especiarias, como um filet au poivre que proporcionará uma harmonização por contraste ou um tender com cravo e abacaxi, para uma harmonização por similaridade.

A Escohiruela Gascón conseguiu uma expressão fantástica da casta no Vinho Tinto Escorihuela Familia Gascón Syrah 2015, com aromas de  ameixas frescas, cerejas maduras, framboesas, caramelo, chocolate em pó e baunilha.

Vinho Tinto Escorihuela Familia Gascón Syrah 2015

Vinho Tinto Escorihuela Familia Gascón Syrah 2015

Cabernet Sauvignon

A rainha das uvas tintas encontra também o seu lugar na Argentina. Com destaque para a região de Mendonza, a Cabernet Sauvignon encontra boa altitude, solo rochoso e bastante sol. Além disso, é colhida um pouco mais tarde, garantindo um sabor maduro aos vinhos. Eles são aromáticos, estruturados e com toques de frutas e especiarias. Se pensou em carnes assadas, molhos vermelhos ou falafel, pode ir em frente com uma taça de Cabernet argentino em mãos que será sucesso.

O Vinho Tinto Cobos Felino Cabernet Sauvignon 2014 é um clássico Cabernet argentino, com na boca, com amoras, cassis e pimenta vermelha.

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Vinho Tinto Cobos Felino Cabernet Sauvignon 2014

Pinot Noir

Conhecida pelos tintos mais sensuais de todos, a Pinot Noir também representa o que tem de melhor na Argentina. Delicada, precisa de um clima frio para amadurecer na medida exata, e foi em Mendoza e Neuquén, na Patagônia, que encontrou isso. A Pinot na Argentina  gera vinhos leves, frescos e frutados, com acidez mais alta que outros tintos argentinos e mais baixa do que Pinots franceses, por exemplo. Para harmonizá-lo, aposte em risoto funghi ou pizza margherita.

O Vinho Tinto Zorzal Terroir Unico Pinot Noir foi bastante premiado. Considerada pelo Guia Descorchados como uma safra excepcional, esse rótulo ainda ganhou 91 pontos Robert Parker.

Vinho Tinto Zorzal Terroir Único Pinot Noir 2013

Vinho Tinto Zorzal Terroir Único Pinot Noir 2013

Tempranillo

Ela não é uma das protagonistas do país, mas tem importância histórica inegável. Foi uma das primeiras cepas a chegar à Argentina, com os colonizadores espanhóis. Quando jovens e frescos, seus vinhos transbordam frutas silvestres, principalmente framboesas e amoras. Muitas vezes, é vinificada no estilo de seu país de origem, a Espanha, e passa por repouso em barrica, quando ganha, além de mais estrutura, notas de alcaçuz e torra. É o vinho ideal para embutidos ou pratos com batatas, como tortilha.

Experimente uma expressão argentina da casta espanhola com o Vinho Tinto Escorihuela Familia Gascón Tempranillo 2015, um vinho intenso e fácil de agradar.

 Vinho Tinto Escorihuela Familia Gascón Tempranillo 2015 750 mL


Vinho Tinto Escorihuela Familia Gascón Tempranillo 2015 750 mL

Uvas argentinas Brancas

A Torronés é a mais importante uva branca cultivada na Argentina, enquanto a Viognier , embora ainda pouco conhecida, é a mais aromática das variedades de casca clara que crescem no país. Entenda a diferença entre essas duas uvas e veja nossas indicações para quem quer experimentá-las:

Torrontés

Torrontés de Cafayate, sub-região de Salta. A Torrontés é, de longe, a variedade branca mais importante da região, e também uma das mais cultivadas da Argentina. Seus vinhos têm inconfundíveis aromas florais e frutados, além de corpo médio, alta graduação alcoólica e acidez média. Ou seja, ótimos para harmonizar saladas substanciosas, que levem frango ou peito de peru, ou risoto de queijos.

Nunca provou um vinho branco argentino e não quer errar na hora da escolha? Aposte no  Vinho Branco Coquena Torrontés safra 2015.

Vinho Branco Coquena Torrontés 2015 750 mL

Vinho Branco Coquena Torrontés 2015 750 mL

Viognier

Extremamente aromática e elegante, a Viognier é recente na Argentina. Entretanto, já tem feito muitos produtores abrirem os olhos (justamente para ela!). Podem ser encontrados vinhos frescos, para consumo imediato, com notas florais, de frutas tropicais e caramelo; além dos envelhecidos em carvalho, que ganham toques amendoados muito característicos. Peixes brancos mais gordos, como filé de saint peter, podem ser um ótimo acompanhamento. Se preferir, filé de frango ou saladas com molhos brancos também são boas sugestões.

Uma boa opção para quem quer provar essa casta é o Vinho Branco Escorihuela Gascon Viognier 2015 é perfeito para acompanhar saladas com queijo brie e damascos, salmão grelhado ao molho de maracujá e torta de damascos.

Vinho Branco Escorihuela Gascon Viognier 2015

Vinho Branco Escorihuela Gascon Viognier 2015


Por Equipe Grand Cru